{"id":177,"date":"2010-05-09T17:50:38","date_gmt":"2010-05-09T20:50:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unitarismobiblico.com\/1\/?p=177"},"modified":"2010-05-09T17:50:38","modified_gmt":"2010-05-09T20:50:38","slug":"i-tm-3-16","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/2010\/05\/09\/i-tm-3-16\/","title":{"rendered":"I Tm. 3.16"},"content":{"rendered":"<p><strong>I Tm. 3.16. <\/strong>A vers\u00e3o Almeida Corrigida e Fiel, traz assim o vers\u00edculo: \u201c&#8230;<em> Deus se manifestou em carne, foi justificado no Esp\u00edrito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na gl\u00f3ria.<\/em>\u201d Este foi usado por muitos e por um longo tempo, e em alguns ciclos ainda \u00e9, como um dos textos que confirmavam a cren\u00e7a de que Jesus \u00e9 o pr\u00f3prio Deus Eterno. E aqui temos um fato curioso que tem haver diretamente com os originais gregos, pois outras B\u00edblia trazem: \u201c&#8230;<em>Aquele que se manifestou em carne, foi justificado em esp\u00edrito, visto dos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, e recebido acima na gl\u00f3ria<\/em>\u201d. Como \u00e9 sabido o Novo Testamento foi escrito em grego, mas os aut\u00f3grafos, ou seja, os textos feitos diretamente pelos ap\u00f3stolos ou seus escribas n\u00e3o existem mais, ao menos que se saiba, e o que h\u00e1 s\u00e3o milhares de c\u00f3pias das c\u00f3pias, em sua maioria fragmentos de partes do NT. Quando um manuscrito ia envelhecendo e se desfazendo outro era feito para ocupar seu lugar, e outros eram feitos para suprir o aumento do n\u00famero de ekklesias que demandavam mais c\u00f3pias para leituras p\u00fablicas nas congrega\u00e7\u00f5es. Nesse processo de c\u00f3pia existia in\u00fameras dificuldades, dentre elas o material que era caro e escasso, ent\u00e3o, para se ganhar espa\u00e7o e tempo, muitas vezes os copistas costumavam abreviar os chamados <em>nomina sacra<\/em> (nomes sagrados) e termos mais usuais. Por exemplo, uma das formas de abreviar o nome de Jesus (\u0399H\u03a3\u039fU\u03a3) era \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0399\u03a3<\/span>\u201d; Deus (\u0398E\u039f\u03a3) se abreviava \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d. Foi justamente a possibilidade de abrevia\u00e7\u00f5es desse tipo que gerou tradu\u00e7\u00f5es t\u00e3o diferentes para esse vers\u00edculo. Ocorre que enquanto \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d, abrevia\u00e7\u00e3o de \u201cDeus\u201d (o sigma tamb\u00e9m pode ser escrito como um &#8220;C&#8221; no final das palavras\u00a0), \u201c\u039f\u03a3\u201d \u00e9 o pronome grego \u201caquele\u201d ou \u201cquem\u201d. Se percebe, rapidamente, a semelhan\u00e7a entre os dois grupos de letras gregas, sendo a diferen\u00e7a entre a abrevia\u00e7\u00e3o e o pronome apenas um tra\u00e7o horizontal na primeira letra. Costumava-se colocar um tra\u00e7o sobre as letras quando se pretendia identific\u00e1-las como uma abrevia\u00e7\u00e3o, isso \u00e9 conhecido atualmente como barra-de-contra\u00e7\u00e3o. Na multid\u00e3o de c\u00f3pias feitas dos textos gregos, esse fen\u00f4meno aconteceu em I Tm. 3.16. Algumas c\u00f3pias trazem \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d e outras \u201c\u039f\u03a3\u201d. O problema ser\u00e1, ent\u00e3o, saber qual \u00e9 a vers\u00e3o correta. O primeiro que se disp\u00f4s a falar e a expor os problemas com a variante \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d, em \u00e9pocas recentes, mesmo sabendo que suas conclus\u00f5es soariam como afronta a ortodoxia foi o di\u00e1cono da Igreja Reformada, Johan J. Wettstein, que em 1715 ao ter contato com um antigo manuscrito da carta a Tim\u00f3teo, percebeu que o tra\u00e7o sobre as letras da suposta abrevia\u00e7\u00e3o nessa passagem de Carta foi feito, nitidamente, com uma tinta diferente do resto do texto, indicando uma altera\u00e7\u00e3o intencional.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Documento examinado por Johan J. Wettstein\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/ITm3_161-1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-728\" alt=\"ITm3_16\" src=\"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/ITm3_161-1-300x51.png\" width=\"300\" height=\"51\" srcset=\"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/ITm3_161-1-300x51.png 300w, https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/ITm3_161-1-768x132.png 768w, https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-content\/uploads\/2010\/05\/ITm3_161-1.png 823w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: x-small;\">(Cr\u00e9dito da imagem\u00a0<a href=\"http:\/\/images.csntm.org\/Manuscripts\/GA_02\/GA_02_0123a.jpg\">http:\/\/images.csntm.org\/Manuscripts\/GA_02\/GA_02_0123a.jpg<\/a>)<\/span><\/p>\n<p>Ele percebeu tamb\u00e9m que a linha que atravessava a primeira letra dando a entender que seria um <strong>theta<\/strong>, na verdade, foi produzida por um borr\u00e3o vazado desde o outro lado do documento. A conclus\u00e3o inevit\u00e1vel foi que ali se travava de \u201c\u039f\u03a3\u201d ou \u201c\u039fC\u201d\u00a0e n\u00e3o \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d. No entanto h\u00e1 trabalhos que tentam mostrar o contr\u00e1rio em textos onde n\u00e3o aparecem nem o tra\u00e7o que caracteriza o \u201c\u0398\u201d (theta), nem a barra-de-contra\u00e7\u00e3o \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u00a0 \u00a0\u00a0<\/span>\u201d indicando ser a variante \u201c\u039f\u03a3\u201d. O que teria ocorrido, segundo esses defensores, foi o desaparecimento, por efeito do tempo, desses tra\u00e7os em determinado manuscrito. Tudo isso, tem haver com qual dos manuscritos se vai considerar para as conclus\u00f5es. Nesse ponto vale a pena uma an\u00e1lise, ainda que breve, que permita ao leitor mensurar a quest\u00e3o e construir seu pr\u00f3prio julgamento a respeito.<\/p>\n<p>Quando falamos de \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d nessa passagem de Tim\u00f3teo estamos referenciando o Texto Receptus (TR) e quando falamos de \u201c\u039f\u03a3\u201d, estamos falando do Texto Cr\u00edtico (TC). Os defensores da variante constante do TR invocam a legitimidade de \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d pela quantidade de manuscritos que a cont\u00e9m, estima-se cerca de 600. \u00c9, de fato, um bom n\u00famero de testemunhos. No entanto, a recenticidade desses testemunhos enfraquece esse argumento, pois se um ou dois copistas alteraram o texto de \u201c\u039f\u03a3\u201d para \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d por suas convic\u00e7\u00f5es trinit\u00e1rias, e em um ambiente eclesial j\u00e1 completamente trinit\u00e1rio passou a ser produzidas copias do texto com essa altera\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o, todas as c\u00f3pias subsequentes (ainda que fossem 1000 ou 10.000) que a cont\u00e9m est\u00e3o apenas reproduzindo o erro dos copistas anteriores. Deve-se observar que praticamente todos os manuscritos que trazem o texto conforme est\u00e1 no TR s\u00e3o cursivos, e, os cursivos t\u00eam todos suas exist\u00eancias a partir do s\u00e9culo IX, quando os crist\u00e3os, j\u00e1 h\u00e1 muito tempo, estavam subordinados a Igreja Romana e a grande maioria das c\u00f3pias dos manuscritos eram produ\u00e7\u00e3o exclusiva daquela Igreja. Assim, a busca deve ser feita n\u00e3o pela quantidade de manuscritos gerados dentro do seio de uma igreja trinit\u00e1ria que j\u00e1 era aquela altura a dominante Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana, mas recuarmos o tanto quanto poss\u00edvel no tempo, na investiga\u00e7\u00e3o de como teria surgido a variante em estudo.<\/p>\n<p>As duas teorias j\u00e1 foram listadas: 1) O grupo \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d teria perdido, pelo efeito do tempo, o tra\u00e7o superior e o tra\u00e7o que caracteriza o Theta ou um copista teria apressada ou descuidadamente omitido justamente esses dois tra\u00e7os gerando a variante \u201c\u039f\u03a3\u201d. 2) A teoria contr\u00e1ria afirma que alguns copistas alteraram o trabalho de outros acrescentando deliberadamente por influ\u00eancia teol\u00f3gica o tra\u00e7o caracter\u00edstico da barra-de-contra\u00e7\u00e3o e o tra\u00e7o no centro do \u201cO\u201d (\u00f4micron) transformando-o em um \u201c\u0398\u201d (theta). Aqui j\u00e1 d\u00e1 para atribuir algum peso a razoabilidade das teorias. Qual seria o fato mais f\u00e1cil de acontecer? O tempo apagar dois tra\u00e7os de uma letra e n\u00e3o apagar a letra? Um copista esquecer dois tra\u00e7os em um mesma letra? Ou um copista colocar dois tra\u00e7os no conjunto de letras em um manuscrito pr\u00e9-existente?<\/p>\n<p>No livro Qual o Texto Original do Novo Testamento, o Dr. Norma Wilber Pinkering reconhece que \u201c<em>A hip\u00f3tese de ambas as linhas se desvanecerem, como aqui no C\u00f3dice A, \u00e9 presumivelmente um evento infrequente. A hip\u00f3tese de um copista inadvertidamente omitir ambas as linhas tamb\u00e9m seria um evento infrequente, presumivelmente, mas deve ter acontecido pelo menos uma vez, provavelmente bem cedo no segundo s\u00e9culo e em circunst\u00e2ncias que produziram um efeito que se propagou amplamente.<\/em>\u201d Aqui se percebe que mesmo defendendo a leitura \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d o Dr. Pinkering reconhece ser muito dif\u00edcil que o tempo tenha apagado dois tra\u00e7os da letra, um em cima e outro no centro, sem ter, tamb\u00e9m, apagado o restante da letra, de igual modo considera dif\u00edcil um copista omitir ambas as linhas ao mesmo tempo, mas, mesmo reconhecendo ser <em>infrequente<\/em> e apenas <em>presum\u00edve<\/em>l a suposta altera\u00e7\u00e3o de \u201c\u039f\u03a3\u201d para \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d, ele rejeita \u201cO\u03a3\u201d alegando que seria uma leitura grega aberrante, pois, segundo ele, soaria estranho \u201c<em>o mist\u00e9rio &#8230; quem<\/em>\u201d, atribuindo a essa palavra um \u00fanico significado, nesse caso reconhecendo apenas \u201c<em>quem<\/em>\u201d como tradu\u00e7\u00e3o, ignorando desse modo os outros significados dessa part\u00edcula grega conforme atesta os l\u00e9xicos: \u201c<em>aquele<\/em>\u201d ou \u201c<em>o que<\/em>\u201d<a href=\"#sdfootnote1sym\"><sup>1<\/sup><\/a> Como j\u00e1 dissemos \u00e9 poss\u00edvel constatar por exame grafol\u00f3gicos e de material que em alguns manuscritos antigos houve o acr\u00e9scimo posterior dos tra\u00e7os que mudam a palavra atestando a fraude.<\/p>\n<p>Os manuscritos mais antigos que trazem \u201c<span style=\"text-decoration: overline;\">\u0398\u03a3<\/span>\u201d s\u00e3o o A<sup>c<\/sup> (s\u00e9c. V), C<sup>2<\/sup> (s\u00e9c. V). Essa leitura \u00e9 atestada por Dion\u00edsio, Apolin\u00e1rio, Deodoro, Greg\u00f3rio de Nissa, Cris\u00f3stomo, Teodoreto e duvidosamente D\u00eddimo.<\/p>\n<p>Os manuscritos mais antigos que trazem \u201c\u039f\u03a3\u201d s\u00e3o o \u05d0 (s\u00e9c. IV), A* (s\u00e9c. V), C* (s\u00e9c. V). Essa leitura \u00e9 atestada por Or\u00edgenes (lat), D\u00eddimo, Epif\u00e2nio, Teodoro (lat), Cirilo e Jer\u00f4nimo O manuscrito D* (s\u00e9c. V) traz \u201c\u039f\u201d. Essa leitura \u00e9 atestada por Severiano, Teodoto de Ancira, Vitorino de Roma, Hil\u00e1rio, Ambrosiastro, Pel\u00e1gio, Agostinho, Quodvultdeus e Varimadum.<\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil perceber que h\u00e1 manuscritos iguais nas duas rela\u00e7\u00f5es, com um indicativo sobrescrito. O car\u00e1cter sobrescrito atesta a qualidade do manuscrito existente. O (*) indica que, conforme est\u00e1 descrito no aparato cr\u00edtico do Novo Testamento Grego da Deutsch Bibelgesellschaft e editado pela Sociedade B\u00edblica do Brasil em 2008, essa \u00e9 considerada a leitura original do texto e o (<sup><strong>2<\/strong><\/sup>) ou (<sup>c<\/sup>) indica que \u00e9 a leitura de um corretor. O manuscrito \u05d0 (Aleph) do s\u00e9c. IV atesta como original o \u201c\u039f\u03a3\u201d.<\/p>\n<p>Assim, os peritos comprovaram a altera\u00e7\u00e3o neste e em quatro outros antigos manuscritos, optando, desse modo por \u201cO\u03a3\u201d como sendo o termo correto e a tradu\u00e7\u00e3o \u201c<em>Aquele que se manifestou em carne..<\/em>.\u201d como a melhor tradu\u00e7\u00e3o do vers\u00edculo, e isto \u00e9 confirmado tamb\u00e9m pela evid\u00eancia interna, pois \u00e9 inconceb\u00edvel e sem sentido Deus precisar ser \u201c<em>justificado no Esp\u00edrito<\/em>\u201d. Al\u00e9m de n\u00e3o ser do estilo de Paulo a fus\u00e3o do Pai, a quem ele sempre chama de Deus com o Filho, a quem ele sempre chama de Senhor. O Pe. Matos Soares, trinit\u00e1rio, que traduziu sua B\u00edblia do Latim, ou seja, de um texto que n\u00e3o sofreu a cr\u00edtica textual dos elaboradores do TC, concorda com isso e assim traduz o verso: \u201c<em>&#8230; grande \u00e9 o mist\u00e9rio da piedade, que se manisfestou na carne, que foi justificado pelo Esp\u00edrito, visto pelos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, exaltado na gl\u00f3ria<\/em>.\u201d Por conta dessas constata\u00e7\u00f5es esse vers\u00edculo n\u00e3o est\u00e1 mais sendo usado como defesa trinit\u00e1ria. Al\u00e9m do mais n\u00e3o se v\u00ea nenhuma cita\u00e7\u00e3o desse verso na controv\u00e9rsia do IV s\u00e9culo, quando a quest\u00e3o da deidade de Jesus Cristo Nosso Senhor ainda estava sendo constru\u00edda pelos bispos daquela que seria mais tarde conhecida como Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana.<\/p>\n<p>Outro vers\u00edculo que est\u00e1 caindo em desuso, \u00e0 medida em que o conhecimento avan\u00e7a, \u00e9<strong> Jo. 8.58<\/strong> \u201c<em>Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abra\u00e3o existisse, eu sou<\/em>.\u201d Como j\u00e1 foi visto a reivindica\u00e7\u00e3o de semelhan\u00e7a com Ex. 3.14 \u00e9 impr\u00f3prio por n\u00e3o se tratar da mesma express\u00e3o se considerarmos as l\u00ednguas originais da B\u00edblia, ficando, a forma\u00e7\u00e3o da confus\u00e3o por conta da op\u00e7\u00e3o do termo adotada pelos tradutores.<\/p>\n<p>_____________________<\/p>\n<p><a href=\"#sdfootnote1anc\">1<\/a> L\u00e9xico do Novo Testamento Grego &#8211; Edi\u00e7\u00f5es Vida Nova, p\u00e1g. 149 . O Dicion\u00e1rio do Grego do Novo Testamento &#8211; Paulus Editora, p\u00e1g. 338 traduz por <em>que, o qual, a qual.<\/em> Esse dicion\u00e1rio alista como tradu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel \u201c<em>quem<\/em>\u201d quando a part\u00edcula est\u00e1 em uma constru\u00e7\u00e3o interrogativa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I Tm. 3.16. A vers\u00e3o Almeida Corrigida e Fiel, traz assim o vers\u00edculo: \u201c&#8230; Deus se manifestou em carne, foi justificado no Esp\u00edrito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na gl\u00f3ria.\u201d Este foi usado por muitos e por um longo tempo, e em alguns ciclos ainda \u00e9, como um dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-177","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comentarios"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=177"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=177"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=177"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=177"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}