{"id":183,"date":"2010-05-09T17:58:50","date_gmt":"2010-05-09T20:58:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unitarismobiblico.com\/1\/?p=183"},"modified":"2010-05-09T17:58:50","modified_gmt":"2010-05-09T20:58:50","slug":"i-jo-5-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/2010\/05\/09\/i-jo-5-7\/","title":{"rendered":"I Jo. 5.7"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><strong>I Jo. 5.7<\/strong><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"> \u201c<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>Porque tr\u00eas s\u00e3o os que testificam no c\u00e9u: o Pai, a Palavra, e o Esp\u00edrito Santo; e estes tr\u00eas s\u00e3o um<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">.\u201d Este verso, conhecido com a Comma Johanneum (a cl\u00e1usula Joanina), tamb\u00e9m conhecido como \u201cAs Tr\u00eas Testemunhas Celestiais\u201d, seria o \u00fanico que \u201capoiaria\u201d explicitamente a doutrina da trindade. A b\u00edblia Almeida Corrigida cont\u00e9m o texto, j\u00e1 a Almeida Atualizada n\u00e3o o cont\u00e9m, e isto tornou-se objeto de discuss\u00e3o entre os defensores do Textus Receptus (TR), base para a Corrigida, e os defensores do Texto Cr\u00edtico (TC), base da Atualizada. A evid\u00eancia textual aponta para a rejei\u00e7\u00e3o da passagem \u201c<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>no c\u00e9u, o Pai, a palavra, e o Esp\u00edrito Santo: e estes tr\u00eas s\u00e3o um<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">\u201d por n\u00e3o constar nos manuscritos gregos mais antigos. Mas, independente do texto cr\u00edtico cunhado por Westcott e Hort, com base nos manuscritos Aleph (Sinaiticus) e B (Vaticanus), que muitos consideram corrompidos (e n\u00e3o se pretende aqui defender o criticismo, ainda que haja o princ\u00edpio da probabilidade intr\u00ednseca), omitir a Comma Joanina, devemos nos ater a hist\u00f3ria dessa poss\u00edvel inser\u00e7\u00e3o e concluir, baseado nos fatos constatados, se realmente \u00e9 uma inser\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o! Para isso vale a pena ler a declara\u00e7\u00e3o do Dr. Norman Wilbur Pickering que embora seja um defensor da trindade e do TR<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><a name=\"sdfootnote1anc\" href=\"#sdfootnote1sym\"><sup>1<\/sup><\/a><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"> atesta \u201c&#8230;<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>99% dos MSS gregos n\u00e3o trazem as &#8216;tr\u00eas testemunhas celestiais<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">&#8216;\u201d. Apenas 8 (oito) manuscritos  gregos, em um universo de aproximadamente 6.000, segundo informa o aparato cr\u00edtico do Novo Testamento Grego da United Bible Societies e outras fontes secund\u00e1rias, cont\u00eam a Comma. S\u00e3o eles: 61 (C\u00f3dice Montofrianus) do s\u00e9culo XVI; 88 (uma variante do C\u00f3dice Regius de N\u00e1polis [XII]) do s\u00e9culo XIV;  429 (Mss em Wolfert\u00fcttel) do s\u00e9culo XIV; 629 (Mss no Vaticano) do s\u00e9culo XIV\/XV; 636 (Mss em N\u00e1poles) do s\u00e9culo XV; 918 (Mss em Escorial, Espanha) do s\u00e9culo XVI; 2473 do s\u00e9culo XVII  e 2318 (Bucareste, Rom\u00eania) do s\u00e9culo XVIII. Vale a pena ressaltar que em apenas quatro dos oito o texto n\u00e3o apace como nota marginal, ou seja,  se excluirmos os manuscritos em que a Comma n\u00e3o aparece no meio do texto b\u00edblico, ent\u00e3o, o n\u00famero cai  mais ainda, e todos s\u00e3o posteriores ao seculo XI, ou seja, no m\u00ednimo 1.000 (mil) anos  depois de Jo\u00e3o haver escrito a ep\u00edstola original; e o \u00faltimo deles \u00e9 extremamente recente, do s\u00e9culo dezoito.  H\u00e1 quem ignore o fato de que a evid\u00eancia da escassez e recenticidade dos manuscritos gregos testemunham fortemente em desfavor da autenticidade do trecho, e apelam para Thacius Cecilianus Cyprianus, ou simplesmente Cipriano, nomeado bispo de Cartago em 248 d.C. Autor de \u201cDe Catholicae Ecclesiase Unitate\u201d (A Unidade da Igreja Cat\u00f3lica), e que tem como um de suas m\u00e1ximas a express\u00e3o: \u201c<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>Voc\u00ea n\u00e3o pode ter Deus para seu pai, se n\u00e3o tem a Igreja como sua m\u00e3e<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">\u201d. O que algumas pessoas n\u00e3o sabem \u00e9 que Cipriano foi seguidor apaixonado das ideias de Tertuliano, ainda que tenha evitado se referir ao nome de seu \u201cmestre\u201d por conta da sa\u00edda dele da igreja \u201coficial\u201d para abra\u00e7ar o Montanismo<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><a name=\"sdfootnote2anc\" href=\"#sdfootnote2sym\"><sup>2<\/sup><\/a><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">, e por ele mesmo, Tertuliano, conta-se, haver depois sa\u00eddo de l\u00e1 e fundado um movimento religioso pr\u00f3prio, que ficou conhecido como Tertulianismo. Jer\u00f4nimo atesta essa filia\u00e7\u00e3o entre Cipriano e as obras de Tertuliano em seu livro <\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>De Viris Illustribus <\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">(Sobre Homens Ilustres)<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><a name=\"sdfootnote3anc\" href=\"#sdfootnote3sym\"><sup>3<\/sup><\/a>. Informa que esse o<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"> classificava de mestre e estava familiarizado com sua obra. Como se sabe Tertuliano foi o primeiro a usar o termo \u201ctrindade\u201d, e seus escritos oscilavam entre o subordinacionismo caracter\u00edstico de todos os escritores crist\u00e3os at\u00e9 o segundo s\u00e9culo, e a unidade da subst\u00e2ncia, que embora tendo conota\u00e7\u00e3o diferente daquele assumido em Niceia, come\u00e7ava a surgir enquanto ensinamento teol\u00f3gico ainda que concebida em graus de exist\u00eancias por esse te\u00f3logo, por conta dessa varia\u00e7\u00e3o a teologia dele \u00e9 considerada confusa ou amb\u00edgua. Embora se diga que Cipriano tenha falado, em sua \u00e9poca, a frase que comp\u00f5e a Comma, n\u00e3o se pode afirmar que ele o tenha feito por conhecimento de algum manuscrito b\u00edblico em grego, pois nem Tertuliano, de quem foi seguidor, que falava tanto latim quanto grego citou ou fez men\u00e7\u00e3o a frase, nem mesmo em sua obra contra Prax\u00e9as onde apresenta o dogma trinit\u00e1rio. Tamb\u00e9m Novaciano que escreveu um tratado sobre a trindade e foi contempor\u00e2neo de Cipriano, e igualmente leitor de Tertuliano, n\u00e3o a conhecia. A inexist\u00eancia de manuscritos gregos que contenham essa constru\u00e7\u00e3o no per\u00edodo em que viveu o Bispo Cipriano atesta que ele n\u00e3o o fez baseado em algum texto inspirado. Na verdade h\u00e1 quem afirme que Cipriano \u00e9 o autor da frase por influ\u00eancia das ideias de Tertuliano, cunhada em uma de suas hom\u00edlias e mais tarde usada por um copista como nota marginal nos manuscritos latinos posteriores e depois inserido no corpo do texto joanino. Isto parece estar ainda mais evidenciado quando se descobre que nem mesmo os manuscritos da Vulgada Latina anteriores ao ano 800 cont\u00eam a Comma. Vale lembrar que Cipriano era Bispo latino, e pelo que se v\u00ea ele n\u00e3o leu nem em manuscritos gregos, nem em manuscritos latinos aquilo que se atribui a Jo\u00e3o em sua primeira ep\u00edstola. Outra suposta cita\u00e7\u00e3o das \u201ctr\u00eas testemunhas celestiais\u201d \u00e9 vista em Cassidoro mais de 200 anos depois de Cipriano. Vale lembrar que enquanto isso os chamados \u201cpais\u201d da igreja estavam debatendo a quest\u00e3o cristol\u00f3gica de forma intensa, e o fizeram sem qualquer men\u00e7\u00e3o ao trecho referenciado como que atestando sua inexist\u00eancia. Assim, do ponto de vista historiol\u00f3gico a Comma Joanina partiu de uma nota marginal em um manuscrito latino, vindo a fazer parte em manuscritos subsequentes da Vulgata, j\u00e1 tardiamente passando, na sequ\u00eancia, para um texto grego posterior. \u00c9 de se destacar que ela tamb\u00e9m n\u00e3o consta em vers\u00f5es antigas do Novo Testamento como a sir\u00edaca, a arm\u00eania, copta, \u00e1rabe, et\u00edope e outras. A B\u00edblia de Jerusal\u00e9m, que \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o conjunta de ramos trinit\u00e1rios do cristianismo (catolicismo e protestantismo) teria valorizado sobremaneira o trecho se ele fosse, de fato, verdadeiro, mas, ao contr\u00e1rio diz em nota de rodap\u00e9 acerca desse verso que \u201c<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>O texto dos Vv. 7-8 est\u00e1 acrescido na Vulg. de um inciso [&#8230;] ausente nos antigos mss. gregos, nas antigas vers\u00f5es e nos melhores mss. da Vulg., o qual parece ser uma glosa marginal introduzida posteriormente no texto<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">O pr\u00f3prio Textus Receptus elaborado por Erasmo de Roterd\u00e3, a partir dos textos gregos dispon\u00edveis, em sua primeira edi\u00e7\u00e3o de 1516 n\u00e3o traz, tamb\u00e9m, a Comma Joanina, nem mesmo na segunda edi\u00e7\u00e3o que come\u00e7ou a circular em 1519, e somente foi inclu\u00edda na edi\u00e7\u00e3o de 1522, por press\u00e3o de religiosos da \u00e9poca, que diga-se de passagem j\u00e1 viviam em um mundo completamente romanizado e trinit\u00e1rio. E, embora o tenha feito, os registros informam que Erasmo o fez com ressalvas e sem confiar na autenticidade do \u00fanico manuscrito grego que lhe foi apresentado constando a Comma, o manuscrito catalogado sob n\u00famero 61. A pr\u00f3pria data\u00e7\u00e3o do manuscrito apresentado a Erasmo mostra que ele \u00e9 contempor\u00e2neo do erudito, ou seja, sem valor hist\u00f3rico para finalidade de inclus\u00e3o na obra de Erasmo. Portanto, percebemos que se o Texto Cr\u00edtico fosse elaborado na \u00e9poca das primeira e segunda edi\u00e7\u00f5es do Textus Receptus, teriam ambos, de forma id\u00eantica, o texto de I Jo\u00e3o 5.7; sem as \u201ctr\u00eas testemunhas celestiais\u201d. De modo que n\u00e3o \u00e9 o TC que determina o uso ou n\u00e3o da Comma Joanina, mas os fatos hist\u00f3ricos que testemunham em seu desfavor. Ent\u00e3o, se o primeiro manuscrito grego que se tem not\u00edcias que o cont\u00e9m data de mais de 1000 (mil) anos depois de Cristo; o primeiro manuscrito latino que o cont\u00e9m data do ano 800 (oitocentos) depois de Cristo; se as antigas vers\u00f5es do Novo Testamento para outras l\u00ednguas n\u00e3o o cont\u00e9m e esses trecho n\u00e3o aparece nas discuss\u00f5es teol\u00f3gicas que envolveram o tema durante s\u00e9culos, principalmente dos primeiros s\u00e9culos, como pode ser escrito original de Jo\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">Alguns alegam que se retirada as \u201ctr\u00eas testemunhas celestiais\u201d de I Jo. 5.7, produz-se um erro gramatical, mas isso (o erro gramatical) n\u00e3o \u00e9 incomum nos textos gregos de Jo\u00e3o, nem nos textos b\u00edblicos de um modo geral, at\u00e9 porque os escritores tinham graus de conhecimento diferentes da l\u00edngua o que torna a possibilidade de erro real, al\u00e9m disso alguns deles eram servidos por amanuenses. Comprovando a realidade da imperfei\u00e7\u00e3o gramatical em determinadas passagens b\u00edblicas o <\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">Dr. Russel Champlin registra acerca do Apocalipse:<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em> \u201cO grego ali usado \u00e9 pr\u00f3prio de um autor que falava o aramaico (sic), e que adquiriu o grego como segundo idioma. H\u00e1 muitos erros gramaticais no original\u201d. <\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">A cerca do evangelho de Jo\u00e3o o mesmo autor diz: <\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>\u201calgu\u00e9m submeteu o livro a uma revis\u00e3o bem completa da linguagem<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">\u201d<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><a name=\"sdfootnote4anc\" href=\"#sdfootnote4sym\"><sup>4<\/sup><\/a><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">. A esse t\u00edtulo, temos coisas incomuns tamb\u00e9m em outros lugares do N.T como, por exemplo, tr\u00eas substantivos femininos reunidas num plural neutro em I Co. 13.13, ou em Ap. 1.13 o uso de \u201c\u03bc\u03b1\u03c3\u03c4\u03cc\u03c2\u201d  (mama ou peito, donde temos mastologia) aplicado a Jesus. A mesma palavra \u00e9 usada em Lc. 11.27 \u201c<\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os <\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em><strong>peitos em que mamaste<\/strong><\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\"><em>.<\/em><\/span><span style=\"font-family: Georgia, serif;\">\u201d;  ao inv\u00e9s de \u03ba\u03bf\u03bb\u03c0\u03cc\u03c2 (kolpos), seio, peitoral, como em Jo. 13.23. H\u00e1 ainda casos em que um substantivo feminino foi masculinizado, s\u00f3 para citar alguns exemplos. Assim, tamb\u00e9m isso n\u00e3o \u00e9 argumento em favor da Comma Joanina.<\/span><\/p>\n<div id=\"sdfootnote1\">\n<p><a name=\"sdfootnote1sym\" href=\"#sdfootnote1anc\">1<\/a><span style=\"font-family: FreeSerif, serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Pickering, \tDr. Norman Wilbur in Qual o Texto Original do Novo Testamento<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"sdfootnote2\">\n<p><a name=\"sdfootnote2sym\" href=\"#sdfootnote2anc\">2<\/a><span style=\"font-family: FreeSerif, serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Montanismo \t\u2013 nome dado ao movimento religioso fundado por Montano. \tCaracterizava-se pelo ascetismo e a cren\u00e7a na atualidade dos dons \tEspirituais e adotava uma linha apocal\u00edptica.<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"sdfootnote3\">\n<p><a name=\"sdfootnote3sym\" href=\"#sdfootnote3anc\">3<\/a><span style=\"font-family: FreeSerif, serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Esta \tobra elencou 135 homens ilustres do cristianismo e tinha como \tobjetivo mostrar que nesse meio de f\u00e9 haviam tamb\u00e9m pessoas \tinstru\u00eddas, pois uma antiga acusa\u00e7\u00e3o que incomodava alguns \tcrist\u00e3os era que todos eram ignorantes.<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"sdfootnote4\">\n<p><a name=\"sdfootnote4sym\" href=\"#sdfootnote4anc\">4<\/a><span style=\"font-family: FreeSerif, serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\"><em>Apud <\/em><\/span><\/span><span style=\"font-family: FreeSerif, serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Chaplin, \tR.N. In Enciclop\u00e9dia da B\u00edblia, Teologia e Filosofia. Ed. Candeia, \tS\u00e3o Paulo \u2013 1995, p\u00e1g. 544.<\/span><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"sdfootnote4\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I Jo. 5.7 \u201cPorque tr\u00eas s\u00e3o os que testificam no c\u00e9u: o Pai, a Palavra, e o Esp\u00edrito Santo; e estes tr\u00eas s\u00e3o um.\u201d Este verso, conhecido com a Comma Johanneum (a cl\u00e1usula Joanina), tamb\u00e9m conhecido como \u201cAs Tr\u00eas Testemunhas Celestiais\u201d, seria o \u00fanico que \u201capoiaria\u201d explicitamente a doutrina da trindade. 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