{"id":678,"date":"2013-01-03T20:36:46","date_gmt":"2013-01-03T20:36:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unitarismobiblico.com\/1\/?p=678"},"modified":"2013-01-03T20:36:46","modified_gmt":"2013-01-03T20:36:46","slug":"ii-pe-1-1-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unitarismobiblico.com\/w\/2013\/01\/03\/ii-pe-1-1-2\/","title":{"rendered":"II Pe. 1.1"},"content":{"rendered":"<p><strong>II Pe. 1.1 <\/strong>\u201c<em>Sim\u00e3o Pedro, servo e ap\u00f3stolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcan\u00e7aram f\u00e9 igualmente preciosa pela justi\u00e7a do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.<\/em>\u201d<\/p>\n<p>Este \u00e9 mais um dos versos, a exemplo de Tt. 2.13, que tentam buscar como comprova\u00e7\u00e3o da suposta deidade de Jesus.  Tradu\u00e7\u00f5es com reda\u00e7\u00f5es semelhantes tem sido usadas com esse fim, mas \u00e9 oportuno dizer que n\u00e3o existe unanimidade na tradu\u00e7\u00e3o do vers\u00edculo. Por exemplo, a vers\u00e3o cat\u00f3lica da B\u00edblia Sagrada da Editora Ave Maria traduziu: \u201c<em>Sim\u00e3o Pedro, servo e ap\u00f3stolo de Jesus Cristo, \u00e0queles que, pela justi\u00e7a do <\/em><em><strong>nosso Deus e <\/strong><\/em><em><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>do<\/strong><\/span><\/em><em><strong> Salvador Jesus Cristo<\/strong><\/em><em>, alcan\u00e7aram por partilha uma f\u00e9 t\u00e3o preciosa como a nossa<\/em>\u201d. Reconhecendo Deus e o Salvador como seres distintos. Mesmo a B\u00edblia de Jerusal\u00e9m que \u00e9 uma tradu\u00e7\u00e3o feita por cat\u00f3licos e protestantes, ainda que vertendo o trecho de forma tradicional, informa como primeira nota de roda p\u00e9 a II Pe. 1.1 a vers\u00e3o alternativa de tradu\u00e7\u00e3o:  \u201c<em>Ou: <\/em><em>&#8216;<\/em><em>de nosso Deus e do Salvador Jesus Cristo<\/em><em>&#8216;<\/em>\u201d. Mostrando ser poss\u00edvel as duas vers\u00f5es.<\/p>\n<p>Uma compara\u00e7\u00e3o desse verso de II Pedro com outro trecho das Sagradas Escrituras suscitam algumas indaga\u00e7\u00f5es. Notemos os originais abaixo:<\/p>\n<p>\u03c4\u03bf\u1fe6 \u03b8\u03b5\u03bf\u1fe6 \u1f21\u03bc\u1ff6\u03bd \u03ba\u03b1\u1f76 <strong>\u03ba\u03c5\u03c1\u03af\u03bf\u03c5<\/strong> \u1f38\u03b7\u03c3\u03bf\u1fe6 \u03a7\u03c1\u03b9\u03c3\u03c4\u03bf\u1fe6. (II Ts. 1.12)<\/p>\n<p>\u03c4\u03bf\u1fe6 \u03b8\u03b5\u03bf\u1fe6 \u1f21\u03bc\u1ff6\u03bd \u03ba\u03b1\u1f76 <strong>\u03c3\u03c9\u03c4\u1fc6\u03c1\u03bf\u03c2<\/strong> \u1f38\u03b7\u03c3\u03bf\u1fe6 \u03a7\u03c1\u03b9\u03c3\u03c4\u03bf\u1fe6 (II Pe. 1.1)<\/p>\n<p>A \u00fanica diferen\u00e7a entre esses versos, nesses trechos, n\u00e3o \u00e9 gramatical. Apenas consta \u201ckyrios\u201d onde na outra consta, exatamente na mesma posi\u00e7\u00e3o, s\u00f4t\u00earos.<\/p>\n<p>Mas, o tradutor verteu de forma diferente, dando sentido diferentes aos versos:<\/p>\n<p>\u201cde nosso Deus e <strong>do<\/strong> Senhor Jesus Cristo\u201d (II Ts. 1.12) ACF<\/p>\n<p>(aqui se identifica dois personagens e suas respectivas qualidades)<\/p>\n<p>\u201cdo nosso Deus e Salvador Jesus Cristo\u201d (II Pe. 1.1) ACF<\/p>\n<p>(Aqui se identifica um personagem com duas qualidades)<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Em linhas simples<\/span>, poder\u00edamos nos perguntar porque n\u00e3o colocaram o \u201cDO\u201d em II Pe. 1.1, como fizeram em II Ts. 1.12, j\u00e1 que a estrutura \u00e9 a mesma. Note que se lermos o v.2 de II Pe. 1:\u201c<strong>pelo conhecimento de Deus, e de Jesus nosso Senhor<\/strong>\u201d, o ap\u00f3stolo parece mostrar de forma clara que ele n\u00e3o quis apresentar Jesus como Deus e Salvador  ao mesmo tempo no v.1, pois o distingui na sequ\u00eancia imediata no v.2.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Em linhas complexas,<\/span> a reivindica\u00e7\u00e3o de Jesus ser apresentado como Deus e Salvador em II Pe. 1.1 \u00e9 a mesma de Tt. 2.13 e tem a ver com uma regra inventada (o seu autor diria descoberta) por um ingl\u00eas, pelos idos de 1800 d.C, chamado Granville Sharp. \u00c9 mais ou menos como se um ingl\u00eas declarasse haver descoberto uma regra de s\u00e2nscrito que nem mesmo os autores dos remotos vedas e os estudiosos daquela l\u00edngua sonhavam existir. Ou seja, Sharp e seus defensores acreditam ter achado algo que nenhum gram\u00e1tico de grego da antiguidade, em quase 3.000 de origem da l\u00edngua, postulou.<\/p>\n<p>A suposta regra \u00e9, basicamente, o seguinte: Artigo + Substantivo + KAI + Substantivo, indicaria que os dois substantivos se referem a mesma pessoa. Isso \u00e9 a primeira regra dele (existem seis).<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que se for tomada apenas assim, logo surgem problemas para sua aplica\u00e7\u00e3o, porque existiriam uma mir\u00edade de exce\u00e7\u00f5es que descaracterizaria a regra. Ent\u00e3o, ele acrescentou \u00e0 defini\u00e7\u00e3o v\u00e1rias restri\u00e7\u00f5es: Se um ou os dois substantivos forem plurais a regra pode n\u00e3o se aplicar. Se for nomes pr\u00f3prios, por quest\u00f5es \u00f3bvias, a regra n\u00e3o se aplica. Se for referentes a coisas ou lugares a regra n\u00e3o se aplica,  Se for numerais n\u00e3o se aplica. Se for plurais sem\u00e2nticos pode n\u00e3o se aplicar e segue um lista de n\u00e3o aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na verdade todo o esfor\u00e7o de listar as supostas exce\u00e7\u00f5es que s\u00e3o variadas e numerosas \u00e9 para excluir os invalidadores da regra e tentar mant\u00ea-la viva, pois caso contr\u00e1rio cada um desses impedimentos a derrubaria. O problema \u00e9 que tentaram por em regra aquilo que se define pelo contexto. Isso se percebe porque se plurais, inclusive os sem\u00e2nticos, lugares, nomes pr\u00f3prios e etc, n\u00e3o se encaixam, a raz\u00e3o \u00e9 simples; pelo contexto se percebe que n\u00e3o poderiam ser a mesma pessoa ou grupo, ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 a suposta regra quem determina isso.<\/p>\n<p>Depois de toda restri\u00e7\u00e3o, pegam as ocorr\u00eancias onde a \u201cregra\u201d parece funcionar, digo parece, porque depois que se tira todas as exce\u00e7\u00f5es poss\u00edveis e imagin\u00e1veis, realmente sobra os casos onde a \u201cregra\u201d parece funcionar, e a apresentam. Em outras palavras, criaram uma \u201cregra\u201d extremamente restrita e com finalidade espec\u00edfica (eu diria <em>Ad hoc<\/em>): Tentar provar a deidade trinit\u00e1ria de Jesus.<\/p>\n<p>Sharp n\u00e3o esbarrou em uma regra que ningu\u00e9m antes dele, nos milhares de anos da l\u00edngua grega havia achado, ele estava procurando um meio de legitimar o dogma da trindade atrav\u00e9s da gram\u00e1tica, porque n\u00e3o h\u00e1 afirma\u00e7\u00e3o b\u00edblica sobre a trindade. Assim, n\u00e3o h\u00e1 imparcialidade na reda\u00e7\u00e3o da \u201cregra\u201d. Todas as flagrantes obje\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas s\u00e3o postas fora do escopo para tentar legitim\u00e1-la.<\/p>\n<p>Mas, ainda que se use a \u201cregra\u201d em seu sentido mais restrito (no \u201cs\u00f3 para isso\u201d), a gosto de seus depuradores, ainda assim, h\u00e1 exce\u00e7\u00f5es: Pv. 24.1 (LXX) \u00e9 um dos casos b\u00edblicos, mas h\u00e1 tamb\u00e9m na literatura externa. Ou seja, \u00e9 uma base insegura para se definir aquilo que se deve definir pelo contexto. Certamente ningu\u00e9m precisa de uma regra para traduzir \u201c\u1f41 \u03b8\u03b5\u1f78\u03c2 \u03ba\u03b1\u1f76 \u03c0\u03b1\u03c4\u1f74\u03c1\u201d (II Co. 1.3), que est\u00e1 no arranjo \u201cartigo\u201d + \u201csubstantivo\u201d + KAI + \u201csubstantivo\u201d por \u201cO Deus e Pai\u201d se referindo ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. N\u00e3o seria uma regra que indicaria ali que os dois substantivos se referem ao mesmo ser. Ningu\u00e9m antes de 1800 usou a \u201cregra\u201d (ela n\u00e3o existia) e ningu\u00e9m se confundiu com essa tradu\u00e7\u00e3o e outras passagens em uma suposta constru\u00e7\u00e3o Sharp.<\/p>\n<p>Aqui podemos falar tamb\u00e9m da quest\u00e3o sem\u00e2ntica, que \u00e9 outro problema da regra. Ainda sobre II Co. 1.3: Pai j\u00e1 \u00e9 uma refer\u00eancia comum a Deus, de modo que ainda que tentem colocar express\u00f5es como essa sob a regra, ela \u00e9 in\u00f3cua e desnecess\u00e1ria e o texto n\u00e3o depende dela para ser compreendido, pois se elenca designa\u00e7\u00f5es j\u00e1 conhecidas. \u00c9 justamente a quest\u00e3o sem\u00e2ntica que faz alguns defensores da regra de Sharp admitir correta a tradu\u00e7\u00e3o \u201c<em>de nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo<\/em>\u201d em II Ts. 1.12, pois consideram ai a palavra \u201cSenhor\u201d como parte de um nome composto como \u201cSenhor Jesus Cristo\u201d, ou seja, nome pr\u00f3prio composto, o que faria a express\u00e3o sair do escopo da regra. Nesse ponto a suposta regra adquire alguma subjetividade, pois \u201cSalvador\u201d tamb\u00e9m pode ser considerado parte de um nome composto em \u201cSalvador Jesus Cristo\u201d. Essa \u201cparticularidade\u201d sem\u00e2ntica, ao que parece, \u00e9 desconhecida pelos mais dedicados apologetas trinit\u00e1rios aqui do Brasil. E essa quest\u00e3o \u00e9 mais um problema que torna a tal regra insegura, incerta e n\u00e3o aproveit\u00e1vel para o fim ao qual foi criada, pois se considerarmos \u201cSalvador Jesus Cristo\u201d como um termo t\u00e9cnico, um nome pr\u00f3prio composto, a regra deixa de ser aplic\u00e1vel tanto a II Pe. 1.1 quanto Tt. 2.13. A pr\u00f3pria express\u00e3o \u201cGrande Deus\u201d em Tito, pode ser um termo t\u00e9cnico de identifica\u00e7\u00e3o da Divindade (Ed. 5.8, Ne.8.6, Dn. 2.45, Ap. 19.17), que tamb\u00e9m anularia a aplicabilidade da regra ali. E se admitirmos que a palavra \u201cDeus\u201d, de fato, em v\u00e1rios casos adquiri o status de nome, ent\u00e3o, n\u00e3o devemos confiar na \u201cregra\u201d por mais de uma raz\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, mas mesmo que admit\u00edssemos os postulados de Sharp como regras v\u00e1lidas, os trinitarianos ao tentar ganhar uma suposta evid\u00eancia da deidade de Jesus perderiam outras. A sexta regra, por exemplo, elaborada por Sharp, apresenta uma situa\u00e7\u00e3o ligeiramente modificada da primeira, ela determina que se houver uma constru\u00e7\u00e3o: <strong>Artigo<\/strong> + Substantivo + KAI + <strong>Artigo<\/strong> + Substantivo, ent\u00e3o, se referiria a pessoas diferentes. Se as regras dele fossem verdadeiras e leg\u00edtimas, um trinit\u00e1rio ganharia II Pe. 1.1 como um verso que chama Jesus, na vis\u00e3o deles, de Deus e perderia outro que, na vis\u00e3o deles, chama Jesus de Deus, Jo. 20.28 \u201c\u1f41 \u03ba\u03cd\u03c1\u03b9\u03bf\u03c2 \u03bc\u03bf\u03c5 \u03ba\u03b1\u1f76 <strong>\u1f41<\/strong> \u03b8\u03b5\u03cc\u03c2 \u03bc\u03bf\u03c5\u201d. O verso de Jo\u00e3o,  \u201cSenhor meu e Deus meu\u201d, est\u00e1 exatamente na constru\u00e7\u00e3o em que Sharp diria que s\u00e3o pessoas diferentes. Mas, nesse caso, providencialmente, ele e os trinitarianos admitem ser uma exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra.<\/p>\n<p>Os cristoteistas tem usado muito II Pe. 1.11 , cujo texto diz: \u201ca entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo\u201d, como ponto base de convencimento de que se Jesus est\u00e1 sendo chamado de \u201cSenhor e Salvador\u201d nesse verso, deve estar sendo chamado realmente de Deus e Salvador em II Pe. 1.1, a partir do acolhimento da regra de Sharp, j\u00e1 que o v.11 tem a estrutura requerida (ASKS) por Sharp: \u201c\u03c4\u03bf\u1fe6 \u03ba\u03c5\u03c1\u03af\u03bf\u03c5 \u1f21\u03bc\u1ff6\u03bd \u03ba\u03b1\u1f76 \u03c3\u03c9\u03c4\u1fc6\u03c1\u03bf\u03c2 \u1f38\u03b7\u03c3\u03bf\u1fe6 \u03a7\u03c1\u03b9\u03c3\u03c4\u03bf\u1fe6\u201d. Nesse texto, com rela\u00e7\u00e3o a II Pe. 1.1, h\u00e1 apenas a substitui\u00e7\u00e3o da palavra \u201c\u03b8\u03b5\u03bf\u1fe6\u201d por \u201c\u03ba\u03c5\u03c1\u03af\u03bf\u03c5\u201d. No entanto, como j\u00e1 dissemos, o contexto deve determinar a tradu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o uma regra que se mostra falha em todas as inst\u00e2ncias. At\u00e9 porque \u201cnosso Senhor\u201d em em II Pe. 1.11 pode se referir sem qualquer dificuldade a Deus e na segunda parte se referir a Cristo. Isso se v\u00ea confirmado em um vers\u00edculo que tamb\u00e9m fala de REINO: \u201cOs reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo\u201d (Ap. 11.15). Ainda que haja artigo antes de \u201cSenhor\u201d e antes da palavra \u201cCristo\u201d, o texto prova que Deus \u00e9 tamb\u00e9m n\u00edtida e naturalmente chamado de \u201cSenhor\u201d, de modo que, em II Pe. 1.11 \u201cSenhor\u201d pode, sem dificuldades, se referir a Deus e o segundo personagem no verso \u00e9 Jesus.<\/p>\n<p>Por causa desses v\u00e1rios problemas a regra passou quase 200 anos, desde de sua cria\u00e7\u00e3o, praticamente morta. Poucos davam cr\u00e9dito ou a citavam para tentar validar uma identidade de Jesus com a Deidade. O Dr. Daniel B. Wallace tentou ressuscitar a regra em uma tese de doutorado  em 1995 chamada Sharps Redivivus. Nesse trabalho o Dr. Wallace precisou encolher a \u201cregra\u201d ainda mais, ante as provas contr\u00e1rias, para tentar mant\u00ea-la viva. Mas, mesmo seu trabalho de doutorado j\u00e1 foi avaliado e a \u201cregra\u201d continua devendo, j\u00e1 que ele mesmo n\u00e3o conseguiu solucionar todos os problemas conhecidos.<\/p>\n<p>Ainda outra quest\u00e3o \u00e9 oportuna falar se tudo isso fosse ignorado. A partir de Jo. 1.1, n\u00e3o existe reservas em chamar Jesus de \u201cDeus\u201d. A quest\u00e3o ser\u00e1 sempre em que sentido, relativamente a posi\u00e7\u00e3o do Pai, a palavra poliss\u00eamica \u201cDeus\u201d \u00e9 usada em aplica\u00e7\u00e3o a Cristo. Sabemos por Jo. 17.3, nas palavras de Jesus mesmo, que n\u00e3o pode ter o mesmo sentido. Como n\u00e3o tem o mesmo sentido quando \u00e9 aplicada aos ju\u00edzes, anjos, reis, governantes e at\u00e9 Mois\u00e9s.<\/p>\n<p>Tudo isso mostra que a escassez de provas sobre uma requerida igualdade entre Jesus e seu Deus \u00e9 t\u00e3o grande que o trinitarismo tem que criar suas pr\u00f3prias provas. Se a trindade fosse uma realidade b\u00edblica, ter-se-ia provas cabais e expl\u00edcitas, a aus\u00eancia disto leva a esse caminho que Sharp tomou.<\/p>\n<p>Bem, h\u00e1 outros detalhamentos, mas essa exposi\u00e7\u00e3o, penso, j\u00e1 d\u00e1 uma vis\u00e3o panor\u00e2mica das coisas que envolvem a passagem de II Pe.1.1 e os problemas da suposta regra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>II Pe. 1.1 \u201cSim\u00e3o Pedro, servo e ap\u00f3stolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcan\u00e7aram f\u00e9 igualmente preciosa pela justi\u00e7a do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.\u201d Este \u00e9 mais um dos versos, a exemplo de Tt. 2.13, que tentam buscar como comprova\u00e7\u00e3o da suposta deidade de Jesus. 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